Compositor: Ian Anderson
A gente dorme pela sempre-brilhante
Buraco na porta
A gente come no canto
A gente conversa com o chão
Enganando as aranhas
Que vêm dizer: Por favor
(Educadamente)
Elas dobram os joelhos
Bem, eu vou para o pé
Da nossa escada
Velhos cavalheiros falam de quando
Eles eram jovens
De damas perdidas
E filhos errantes
Dândis cobertos de renda
Festejam com amigos
Puros como a verdade
Atada nas duas pontas
Bem, eu vou para o pé
Da nossa escada
Pináculo de catedral perfumado
Apontado para baixo
Nós rezamos pelas almas
Em Kentish Town
Um silêncio delicado
Os deuses, flutuando por aí
Nos desejando o bem
Pura ilusão
Deus das eras
Senhor do Tempo
Meu é o direito
De estar errado
Bem, eu vou para o pé
Da nossa escada
Senhor coelho ligeiro
Gere uma nova raça
De peregrinos famintos por amor
Sem corpos para alimentar
Mostre-me um bom homem
E eu te mostrarei a porta
O último hino é cantado
E o diabo grita: Mais
Bem, eu sou totalmente a favor de partir
E, feito isso
Eu fiz um pedido
Para assumir a minha vez
Naquele paraíso abandonado
Que se autointitula Inferno
Onde ninguém tem nada
E nada está bem
Ou seja, tolo
Pega o teu leito
E erga-se da sua melancolia
Sorrindo
Dê-me o seu ódio
E faça como os amorosos
Pagãos fazem